Mercado imobiliário: tendências para o segundo semestre de 2020

O mercado imobiliário apresentou um quadro positivo nos últimos três anos, marcando uma retomada desde a recessão econômica iniciada em 2014. Com o crescimento gradual, o setor conseguiu, inclusive, auxiliar no aumento do PIB, impulsionando a construção civil. Para 2020, o cenário vislumbrado era o de aquecimento ainda maior, com mais lançamentos de imóveis e investimentos, sobretudo em produtos de alto padrão. 

Contudo, devido à pandemia do novo coronavírus, os indicadores puxaram o freio em todos os mercados e surgiram dúvidas de como o setor imobiliário reagiria. Algumas projeções de analistas dão margem ao debate sobre as tendências para o mercado de imóveis nesta reformulação de cenário provocado pela pandemia. 

Neste post, nós, da Construfácil, vamos mostrar quais são as principais tendências para o mercado imobiliário no segundo semestre de 2020. Vamos conferir!?

Tendência de crescimento

Sim, a pandemia do novo coronavírus frustrou as expectativas para este ano. Em outros mercados, vimos quedas bruscas, como no setor petroleiro e no aeroviário. O mercado imobiliário, contudo, embora apresente uma inevitável baixa, ainda será capaz de apresentar crescimento, ainda que bastante tímido. 

Isso porque muitas operações foram fechadas no início do ano, embaladas pela boa retrospectiva do ano anterior. Mesmo quando a pandemia atingiu o solo brasileiro, houve muitos negócios sendo feitos, demonstrando a resiliência do setor frente aos momentos delicados da economia.

Estímulos Econômicos

Por ser um dos motores de crescimento do PIB do país, o mercado imobiliário recebeu estímulos diretos e indiretos para se manter em alta, tanto pela capacidade de investimentos quanto pela grande cadeia de empregos que gera, principalmente a partir da construção civil. A Caixa Econômica Federal, por exemplo, ampliou as facilidades para o pagamento financiado, estendendo o prazo das primeiras parcelas, além de injetar 43 bilhões de reais na economia para o setor.

 Outros movimentos que visam ao estímulo à economia, desta vez vinda do Banco Central, têm relação, principalmente, com a redução da Taxa Selic, que é a base de todos os juros praticados, inclusive, de financiamentos. Com um índice histórico de 2,75%, podendo baixar ainda mais, a Selic derruba os juros dos pagamentos das parcelas dos financiamentos habitacionais, o que, na prática, facilita bastante a aquisição de um imóvel, seja para moradia, seja para investimento.

Inovação na Forma de Comprar

O mercado imobiliário, como vimos anteriormente, tornou-se mais resiliente, sobretudo após a crise econômica que se desenhou no Brasil entre 2014 e 2016. A partir desse cenário, novas formas de oferecer, negociar e vender imóveis foram propostas pelas empresas do ramo.

 Com uma tendência cada vez maior, grande parte do mercado imobiliário, atualmente,  mantém uma jornada de compra online, com um contato mais próximo dos clientes. Empresas como a Construfácil Urbanizadora, por exemplo, oferecem a possibilidade de compra totalmente online, com segurança, praticidade e o melhor: sem precisar sair de casa! Desde a negociação até a assinatura do contrato digital, a Construfácil proporciona aos clientes um atendimento online sem abandonar a qualidade já  tradicional.

Os efeitos ocasionados pelo novo coronavírus, sem dúvida, vão mudar alguns aspectos e algumas projeções para este ano. No entanto, as transformações podem impulsionar boas negociações para você, inclusive, possibilitando excelentes investimentos, com ótima rentabilidade a médio e a longo prazo.

Gostou das nossas dicas? Nós, da Construfácil, queremos sempre trazer as melhores sugestões para você! Quer acompanhar mais conteúdos? Acesse o nosso blog.

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